segunda-feira, 7 de novembro de 2011



Vem quando o vento acorda os meus cabelos,
Como em folhagem que, ávida, respira…

Vem como a sombra, quando a estrada é nua,
Nem risco de asa, vem, serenamente!

Como as estrelas, quando não há Lua
Ou como os peixes, quando não há gente…


Pedro Homem de Mello